Quando se fala em sustentabilidade, necessário dizer que seu conceito não é estanque, é, na verdade, um processo. Um desafio que permite, à sociedade em conjunto com os tomadores de decisão, balancear os interesses (individuais e coletivos) dentro de um determinado espaço; de maneira que as funções ecológico-econômicas dos recursos ambientais permaneçam ao longo do tempo.
Ser sustentável pressupõe o uso contínuo da palavra solidariedade, com as pessoas deste tempo-espaço e com aquelas que ainda não vieram; mas que dentro em breve aqui estarão exigindo seus direitos.

O paradigma do desenvolvimento sustentável exige esforço permanente, que favoreça uma política comprometida em reverter processos de degradação ambiental existentes, por meio de medidas regeneradoras (como despoluição e recuperação de áreas degradadas) e agir, de maneira preventiva, para evitar danos e prejuízos ambientais, perdas sociais e econômicas.
Entender as características do meio físico, biológico e antrópico; compreender a capacidade de suporte do meio ambiente e considerar o aperfeiçoamento dos processos produtivos (incluindo aí o nosso estilo de vida) são um começo importante para as transformações exigidas à consecução das três premissas do desenvolvimento sustentável: prudência ecologia, equidade social e viabilidade econômica.
