Difícil entender as perdas… Porque perdemos? Porque sofremos com as perdas? Provavelmente porque antes da perda, houve amor. Profundo, verdadeiro, inocente e puro.
Hoje, permitam-me no Blog Verde, falar diretamente a duas pessoas que tenho admiração e carinho: Sílvio e Luciane, pesquisadores das ciências ambientais. Três meses de ausência física dele! Não há um só dia que eu não me lembre de vocês. Oro e peço a Deus, todos os dias, para protegê-los e fortalecê-los para enfrentar essa etapa tão difícil. Sei o quanto ele foi esperado, desejado, amado por mil anos antes mesmo de ser concebido. E tenho certeza de que ainda é muito amado por todos nós, e será amado por mais, no mínimo, mil anos.
Meus caros, a vida continua. E é bela. O tempo não para e traz outras formas de alegrias. A dor da perda, aos poucos, se transformará em saudade. Saudades do tempo bom, dos momentos agradáveis que foram tantos e tão repletos de amor.
As frases de hoje trazem trechos da música que ele gostava…
“Como ser corajoso, como posso amar quando tenho medo de cair? … Eu morri todos os dias esperando por você. Amor, não tenha medo. Eu te amei por mil anos. Eu vou te amar por mais mil anos” (tradução livre da música A thousand years, de Christina Perri)
