Em janeiro de 2013, o Fórum Econômico Mundial (sigla em inglês – WEF) publicou o Relatório Riscos Globais 2013, que já tivemos oportunidade, no Blog Verde, em comentar sobre alguns de seus aspectos.
Um dos pontos importantes abordados no Relatório é sobre a construção de resiliência para os riscos globais. Conforme o Relatório, a realidade é que os países e suas comunidades estão na linha da frente quando se trata de choques sistêmicos e eventos catastróficos. Num mundo cada vez mais interdependente e hiperconectado, a falha de um país para tratar de um risco global pode ter um efeito cascata sobre os outros. Resiliência aos riscos globais – incorporando a capacidade de suportar, adaptar e se recuperar de choques – é, então, algo importante e significativo.
Existem três tipos distintos de riscos:
1. Os riscos evitáveis, tais como falhas em processos e erros humanos;
2. Riscos Estratégicos, que são realizados voluntariamente após sua ponderação em relação às recompensas potenciais;
3. Os riscos externos, que estão além de sua capacidade de influenciar ou que estão fora do controle.
Outra forma de categorizar o risco é fazer o seguinte questionamento: Qual sua previsibilidade e a sua probabilidade e impacto potencial? Quanto sabemos sobre como lidar com o evento potencial? Se pudermos prever o evento potencial e o quanto sabemos sobre isso, é possível avançar com estratégias específicas para antecipar o risco, mitigar os seus efeitos e minimizar as perdas.
A resiliência é mais importante para os riscos que são difíceis de prever ou onde há pouco conhecimento sobre como lidar com esses riscos.
Fonte: WEF, 2013.
