A sustentabilidade é possível? (parte 4 -final)

     “Devemos reconhecer que a noção de crescimento perpétuo é apenas uma construção social, iniciada como uma estratégia de transição para resgatar a economia após a Segunda Guerra Mundial”, informa a publicação “Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível?”.

      Após fazer uma retrospectiva das conferências mundiais e de seus acordos, Moore e Rees apontam para a necessidade de se criar um novo contrato social, que reconheça o interesse coletivo da humanidade em desenhar uma melhor forma de prosperidade para um mundo onde os limites ecológicos sejam respeitados.

     A pergunta: é os interesses individuais convergiriam com os interesses coletivos, a exemplo de proteção de biodiversidade? Qual a motivação que nos falta para iniciarmos o processo de mudança?

    Moore e Rees enfatizam a necessidade de se iniciarem os processos nacionais de planejamento e de se escreverem os acordos internacionais necessários para implementar escolhas de um futuro economicamente seguro, ecologicamente estável e socialmente justo.

 Fonte: Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível? Organização: Erik Assadourian e Tom Prugh 1ª ed.. Salvador: Worldwatch Institute, 2013.

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